quinta-feira, 26 de abril de 2012

COM QUE PEITO EU VOU?


Vencida a etapa do tratamento vem a parte pela qual ficamos ansiosas... A pergunta é:

 
Com que peito eu vou?





Existem vários caminhos para o tratamento do câncer de mama e nem sempre a reconstrução está presente desde o momento da mastec, todavia o mais praticado hoje é que seja feita imediatamente após a cirurgia de retirada da glândula mamária, quando do desejo da mulher e das possibilidades fisícas.

Sem dúvida a reconstrução é a mola fundamental para manter a auto-estima e segurar o emocional no lugar dele.

Depois da demonstração a moda de “Jack O Estripador”, temos que mencionar a existência de algumas medidas paliativas, e pasmem, tem pra todos os gostos, a saber:



Mas o que importa mesmo aqui é a gente saber que é lei! Duas leis federais (Lei 9.797/99 e 10.223/01) obrigam o Sistema Único de Saúde (SUS) e os planos particulares a fazerem a reconstrução mamária gratuita, inclusive, na mama oposta. Há casos em que a pessoa tem problema na mama, faz uma reconstrução, e a outra mama fica desequilibrada, por isso, ela tem o direito de fazer na mama oposta.

Assim agora divirtam-se... É só escolher o tamanho e o formato!

2 comentários:

  1. Olá meninas,
    Adorei o blog e este post com o vídeo sobre a reconstrução! Eu fiz a cirurgia TRAM na mesma cirurgia da mastectomia radical; depois foi QT e radio. Só que a radioterapia F* com minha mama reconstruída, deu fibroses, tracionou meu braço e limitou muito meus movimentos. Aconselho sempre conversar com os médicos sobre reconstrução da mama e radioterapia. Se for fazer radio como etapa do tratamento é melhor reconstruir depois! Leia no meu blog o post PQP* com que peito eu vou? e PQP com que sutiã eu vou? Tem coisas legais lá! www.aatrocha.blogspot.com Abraço. Marina da Silva

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  2. Oi Marina!!! Ficamos muito felizes com a sua presença aqui no blog! Nosso objetivo é esse mesmo aglutinar experiências para auxiliar outras pessoas que estão vivenciando o tratamento...

    Quanto a questão da reconstrução e a radio terapia, realmente existem problemas que podem advir da incidencia da radiação, mas acredito que nem todas tem a condição emocional de reconstruir apenas ao final do tratamento... E eu sou uma delas, por isso, eu já fiz três cirurgias. Mas isso é de cada um! O importante é realmente conversar com os médicos e tentar prezervar a saúde emocional, pois precisamos estar bem para a tormenta da QT!! Vamos continuar trocando essas idéias! Seja bem vinda! Beijokas!
    Ludmilla e Larissa.

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