segunda-feira, 4 de novembro de 2013

CORRIDA PELA RECONSTRUÇÃO MAMARIA



Engraçado, hoje tomando medicação encontrei algumas amigas antigas na mesma situação, e uma nova moça, que tinha chegado agora, e com as mesmas indagações que nos já havíamos feito há algum tempo atrás.

E vi que as coisas não mudam muito a não ser de endereço!

Então...Se passam os dias para todas, uns melhores, outros nem tanto, mas estamos aqui!

Pode parecer delírio, mas eles estão mais simétricos..kkkkkkkkk.
Doe...as costas , o braço, o seio...Doe a alma, o espirito, ainda não me acostumei...

A gente cresce muito com as experiências. Me sinto ate uns centímetros mais alta depois da cirurgia, bem com certeza 500gr mais leve.

Mas bem...Tudo passa...
É...acho que os ventos estão mudando...rs...Tem algumas noticias boas por ai!


Agora começa uma outra corrida a da reconstrução!
Segundo noticias, as mulheres que forem submetidas à mastectomia em hospitais públicos devido ao câncer terão direito a uma cirurgia plástica gratuita de reconstrução mamária imediatamente depois da remoção de um ou de ambos os seios, segundo a lei.

A nova lei determina que, "caso existam condições técnicas", os hospitais públicos realizarão a reconstrução mamária "no mesmo tempo cirúrgico", ou seja, a operação de reparação plástica será realizada imediatamente depois da de extirpação da glândula.
"Caso a reconstrução imediata for impossível, a paciente será encaminhada a um acompanhamento e terá garantida a cirurgia no momento em que tenha as condições clínicas requeridas", acrescenta a norma.
A lei, aprovada em março pelo Congresso, entrou em vigor logo após ter sido sancionada.
A norma beneficiará mulheres com câncer de mama submetidas à mastectomia, muitas das quais não têm condições para custear uma cirurgia plástica reparadora e, segundo diferentes estudos, passam a desenvolver problemas psicológicos por causa da extirpação. (e nós sabemos que isto é fato!)
A lei determina que a cirurgia reparadora seja realizada nos dois seios e que garanta a simetria e a reconstrução de auréolas e mamilos.
Mas o pior não é isso, a legislação brasileira já garantia às mulheres o direito à cirurgia reparadora após a mastectomia, mas não determinava prazos.
Bem como este não é o meu caso, pois fiz minha mastec antes desta lei, terei que dar umas voltinhas por ai ate conseguir chegar lá! Mas nada que um pouquinho de paciência não resolva... Pelo SUS, terei que me dirigir a uma Unidade Basica de Saude e solicitar o encaminhamento para unidade especializada em cirurgia de reconstrução mamaria, detalhe...são apenas 128 no país inteiro, acreditem!!!

Aí entramos na fila que hoje, pelo menos aqui,é de aproximadamente 2 anos. Então vamos lá! Com o tempo a gente perde os medos né, ganha prudência. Enquanto isso estamos ai, aproximando amigos, afastando o que sobra,tentando mudar a visão das pessoas em relação as mutilações...

E os olhares vão continuar curiosos ... E os comentários piedosos... Digamos que o que mais machuca não é o corte, nem a perda e sim a forma como as pessoas tratam o assunto...
Precisamos de informação para poder mudar os fatos. E esse é um direito de todo sobrevivente do câncer, é nosso resgate da feminilidade e da autoestima, pois a vida nos deu uma nova chance, nada mais justo do que fazermos valer e diminuirmos nossas dores!







quarta-feira, 9 de outubro de 2013

COMO ASSIM...5 MINUTINHOS E PRONTO???

 
 
 
Muitas pessoas tem dúvidas sobre como realmente funciona a Radioterapia, e não é pra menos, como um tratamento tão rápido pode ser tão devastador?Para isso selecionamos algumas das perguntas mais comuns sobre o assunto:
 
 
1.Quais os benefícios da radioterapia?


Metade dos pacientes com câncer são tratados com radiações, e é cada vez maior o número de pessoas que ficam curadas com este tratamento. Para muitos pacientes, é um método bastante eficaz, fazendo com que o tumor desapareça e a doença fique controlada, ou até mesmo curada. 
Quando não é possível obter a cura, a radioterapia pode contribuir para a melhoria da qualidade de vida. Isso porque as aplicações diminuem o tamanho do tumor, o que alivia a pressão, reduz hemorragias, dores e outros sintomas, proporcionando alívio aos pacientes.


2.Para que serve o tratamento radioterápico?


A radioterapia tem como principal objetivo curar uma enfermidade que esteja presente ou evitar o seu reaparecimento após a quimioterapia ou cirurgia. Além disso, ela pode ser utilizada para controlar sintomas, como, sangramento, dores, ou outros causados pela presença de doença.
O tratamento consiste em expor os tecidos à irradiação, e esta leva à morte celular por vários mecanismos, desde a inativação de sistemas vitais para a célula até sua incapacidade de reprodução.


3.A Radioterapia atinge as células normais?


Sim, porém, as células normais possuem uma capacidade maior de se regenerarem do dano causado pela radiação do que as células anormais. Portanto, na maioria das vezes, a doença é destruída e as células normais se recuperam após o término do tratamento. Além disto, a radioterapia moderna, com técnicas precisas, permite que depositemos doses elevadas nas células doentes ao mesmo tempo em que protegemos as células normais do organismo.


4.Por que, em alguns casos, a radioterapia é utilizada no lugar da cirurgia?


Algumas vezes, o tumor pode ser destruído pela radioterapia, não havendo necessidade de procedimento invasivo. A radioterapia pode, ainda, ser empregada em conjunto com a cirurgia e/ou com quimioterapia e hormonioterapia.


5.Quais as etapas da radioterapia externa?


Após confirmação da indicação e da técnica de radioterapia escolhida pelo médico radioterapeuta, o paciente passa pelas seguintes fases:

A. Tomografia de planejamento

O paciente é submetido à tomografia na posição que serão efetuadas as aplicações. Se necessário, será confeccionado um molde para melhor fixá-lo na hora do tratamento, assegurando uma boa reprodutibilidade diária. Essa tomografia não é para diagnóstico e sim para o planejamento da radioterapia. Para isso, as imagens geradas por essa tomografia são enviadas para um computador onde será efetuado o planejamento.

B. Planejamento

Nessa etapa, o paciente não necessita estar presente e os profissionais envolvidos, como dosimetristas, físicos e médicos, irão delimitar na imagem da tomografia, o local do corpo que será tratado, bem como os órgãos normais adjacentes que serão protegidos. Após a identificação dessas estruturas, o planejamento das incidências da radiação é realizado e o computador vai verificar se a distribuição da dose de radiação está adequada, ou seja, se o local que precisa ser tratada está recebendo de forma concentrada a dose prescrita e os órgãos normais o mínimo possível.

C. Aplicações

Após o término e aceite do planejamento pelo médico, o paciente começa a receber as aplicações, cujo número pode variar de uma única aplicação até 42. Essas aplicações são diárias, realizadas nos dias úteis, e o paciente fica na sala de tratamento entre 10 e 20 minutos dependendo da complexidade da técnica utilizada. As aplicações são indolores e geralmente os pacientes saem bem, sem sintomas e sem necessidade de um acompanhante, exceto em determinadas situações caso as condições clínicas prévias do paciente exijam.

D. Revisões semanais

Durante o tratamento, os pacientes passam pelo menos uma vez por semana em consulta com o médico responsável pela radioterapia. Essa consulta é realizada para os pacientes retirarem as dúvidas, serem examinados e para o médico verificar algum sintoma e, se necessário, prescrever algum medicamento para retirá-lo ou amenizá-lo. Outros profissionais, como nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, dentistas e enfermeiros estarão acompanhando a evolução e, se houver necessidade, participam do tratamento.

E. Alta

No último dia de tratamento, o paciente passa em consulta de alta com o médico. Nessa consulta, o médico verificará as condições do paciente, o orientará quanto aos próximos passos, agendará as consultas de retorno e entregará o relatório da radioterapia realizada por escrito.

F. Seguimento

Após o término do tratamento, o paciente será periodicamente acompanhado pelo médico radioterapeuta em conjunto com os outros médicos envolvidos. A freqüência das consultas e dos exames complementares depende de cada situação clínica. 


6.O paciente submetido à radioterapia pode estar exposto à radiação? Em qual intensidade?


Depende da radiação e da intensidade. Esse paciente deve se proteger, por exemplo, da radiação solar. Antes de realizar outros exames que envolvem radiação (raios x, cintilografia, etc.), o paciente deve consultar o médico que o acompanha. 


7.O paciente fica com irradiação no corpo?


A radiação emitida pela radioterapia externa atravessa o corpo do paciente e não impregna em seu interior. Portanto, o paciente não fica radioativo e não há problemas de contato com outras pessoas. Quando o paciente é tratado com implante de material radioativo de forma permanente, haverá emissão de radiação do interior do mesmo por um determinado tempo. Nesses casos, o paciente recebe as instruções específicas sobre os cuidados que deve ter e por quanto tempo.


8.Quais são os efeitos colaterais da radioterapia?


Tanto os efeitos benéficos como os indesejados dependem da dose utilizada e da área do corpo que está sendo tratada. É possível, em muitas ocasiões, o paciente não ter qualquer efeito colateral durante o tratamento ou apresentar apenas uma reação passageira na pele por onde a radiação atravessou. Como cada efeito colateral depende de cada caso, é muito importante que o paciente seja orientado pelo médico quanto a esses efeitos e como tratá-los ou amenizá-los. 

Eles variam em função da área tratada e da dose. Muitos efeitos colaterais, porém, desaparecem rapidamente após o término do tratamento. Alguns deles são:
- tristeza - é o estado emocional mais comumente observado. Uma atitude positiva perante o tratamento ajuda muito;
- cansaço - dormir bastante e alternar períodos de atividades com períodos de repouso;
- náusea e vômitos - podem ser controlados com medicação. Mudanças na dieta, redução dos condimentos (pimenta e temperos fortes) podem ajudar;
- perda do apetite - refeições devem ser feitas em pequenas quantidades e com mais freqüência;
- diarréia - a irradiação do abdome pode desencadear aumento das evacuações. Beber muito líquido e evitar alimentos com muitas fibras (vegetais crus e frutas frescas como laranjas) são dicas importantes;
- mudança de paladar - a irradiação das lesões na boca e no pescoço alteram a capacidade de perceber o sabor dos alimentos. Ao término do tratamento estas alterações voltam ao normal após um determinado período;
- boca irritada - durante o tratamento de lesões de cabeça e pescoço, a boca fica ressecada e muitas vezes com lesões do tipo "aftas". Manter a boca úmida e limpa, fazendo bochechos com água bicarbonatada ajuda bastante.


9. O que o paciente pode fazer para contribuir com o sucesso do tratamento?


- proteger a área de tratamento;
- usar roupas confortáveis;
- proteger a área de tratamento do sol;
- evitar o uso de sabonetes perfumados, perfumes, bolsas quentes ou frias;
- comer alimentos saudáveis;
- beber bastante líquido;
- não consumir bebida alcoólica;
- avisar o médico sobre medicações que já faz uso;
- perguntar sobre suas dúvidas durante as revisões semanais.


10.Há algumas sugestões que possam contribuir para reduzir as náuseas dos pacientes em tratamento radioterápico?


Sim. Algumas delas são: fazer refeições em pequenas quantidades e várias vezes ao dia (pelo menos seis vezes); ingerir alimentos em temperatura ambiente; ingerir lentamente bebidas geladas; manter a higiene oral; evitar fumar; evitar bebidas alcoólicas, café, chá preto e chá mate; evitar sentir o cheiro de comida durante o seu preparo; evitar frituras, alimentos gordurosos e muito temperados e doces concentrados, como o de leite, goiabada, marmelada, cocada, calda de compota, creme e bolos recheados; evitar comer uma ou duas horas antes da quimioterapia; não deitar logo após as refeições.


11.O que fazer em caso de ressecamento da boca (xerostomia)?


Fazer a higiene oral com freqüência; aumentar a ingestão de líquidos durante o dia e beber pequenas quantidades de líquidos durante as refeições; acrescentar molhos e caldos nos alimentos.

O seu médico poderá receitar uma fórmula para substituir a saliva.


12.O que fazer em caso de aftas (mucosites)?


Aumentar a ingestão de líquidos; evitar alimentos muito quentes ou muito frios; dar preferência a alimentos macios, fáceis de mastigar e engolir, como purês, sopas, cremes, pudins, gelatinas, mingaus, vitaminas e carnes moídas ou desfiadas; evitar alimentos ácidos, crus, duros e secos.
Fazer a higiene oral com freqüência (30 minutos após as refeições e a cada quatro horas, usando escova de dentes macia, creme dental não-abrasivo ou solução de bicarbonato com sódio); limpar a prótese dentária quatro vezes ao dia; umedecer os lábios com manteiga de cacau; ingerir dois litros de água por dia; fazer bochechos com solução de água bicarbonatada (diluir uma colher de chá de bicarbonato de sódio em duas xícaras de água).


13. O quer fazer em caso de diarréia?


Usar regularmente a medicação prescrita; fazer refeições pobres em fibras; aumentar a ingestão de líquidos por dia (água + refresco + chás); evitar alimentos muito frios ou muito quentes; evitar os alimentos considerados laxativos (verduras cruas ou cozidas, alimentos integrais e frutas como laranja, mamão, abacate e ameixa), dando preferência por maçã sem casca, goiaba, limão, melão e banana; evitar alimentos gordurosos como leite integral e seus derivados (creme de leite e queijos gordurosos); reduzir o consumo de açúcar refinado, açúcar mascavo e mel.


14.O que fazer em caso de prisão de ventre (obstipação)?


Beber muito líquido durante o dia (os líquidos quentes aumentam o trânsito intestinal); aumentar o consumo de frutas (mamão, laranja, abacate e ameixa), ingerindo sempre que possível o bagaço; aumentar o consumo de verduras cruas e cozidas; evitar o consumo de maisena, creme de arroz, fubá e farinha de trigo. 






 
 
Então...Com um pouquinho mais de informação tentamos minimizar os desconfortos!



 

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

OUTUBRO ROSA







Outubro é o mês do Rosa! Nesse mês temos inúmeras ações de conscientização sobre a prevenção do câncer de mama. Esse vilãozinho cresce a cada dia e acomete um maior números de mulheres a cada ano. De acordo com as fontes oficiais é da ordem de 40.000 casos novos para o Brasil ao ano.

É muito lindo ver a cidade em tons de rosa e as pessoas tomando consciência do que seja esse movimento. Para enriquecer mais ainda essa iniciativa, temos que começar a pensar no que fazer depois que o problema já ocorreu e foi tratado.


Aproveitemos o outubro para nos conscientizar da necessidade de operar mudanças em nossa vida. Escolhas saudáveis aumentam nossas chances de termos que encarar de novo o inimigo! Vamos reafirmar, melhore a alimentação, pratique exercícios, pegue leve com o álcool e em absoluto pare de fumar.

Encontre um hobby que te faça feliz, dance, namore... enfim, a vida é agora. A oportunidade é essa!

Um feliz outubro ROSA pra nós! ;)

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

O VERDADEIRO PÓZINHO DE PIRLIM PIM PIM







Ela ganhou a fama de ser o alimento número 1 quando o assunto é dieta. Saborosa, refrescante, hipocalórica, que ajuda a combater aquela vontade aguda por doces e guloseimas e ainda, de baixo custo e fácil preparação. Sim, a gelatina é tudo isso. Mas se engana quem pensa que ela deve estar inserida apenas no cardápio das pessoas preocupadas com os ponteiros da balança. Na verdade, os benefícios dessa delícia são bem maiores do que possam imaginar. Duvidam? Pois então vamos desmistificar o que há por trás daquele simples pozinho. 

A gelatina é composta praticamente de aminoácidos (proteínas), que ajudam na síntese e na renovação do colágeno. Dos indispensáveis para o organismo, dez precisam ser adquiridos através da alimentação porque o nosso metabolismo não consegue sintetizá-los. Para ter uma idéia da importância da gelatina, ela possui nove tipos deles, faltando apenas o triptofano (precursor da serotonina), o neurotransmissor que nos deixa feliz. 

Se consumida regularmente, ela auxilia na redução dos níveis de colesterol no sangue, triglicérides e controla a glicemia. Por ser rica em proteína, ela fortalece os ossos e previne o organismo de doenças como a osteoporose. Ela promove também uma maior resistência física aos desportistas. E mais: colabora para a manutenção da juventude, deixando cabelo, unhas e pele mais bonitos. Ainda não está convencido do poder da gelatina? Então dá uma olhadinha nos detalhes abaixo.



Por ser principal fonte de colágeno, substância que tem como função impedir a deformação dos tecidos que fazem parte da estrutura de ossos, pele, cartilagens e tendões , a gelatina tem um papel importante na prevenção e no tratamento de doenças, como artrose e osteoporose. Também é bastante utilizada na recuperação de pessoas submetidas a procedimentos cirúrgicos, pois é um excelente agente cicatrizante. O ideal é ingerir dois potes por dia ou bater no liquidificador uma colher de sopa de gelatina em pó com um pote de iogurte. Pronto, sua manutenção de colágeno está garantida! 

Mas...E o que isso tem a ver conosco?

Os pacientes em tratamento de câncer sofrem lesões no aparelho digestivo que provocam dores ao ingerirem alimentos sólidos, por isso a importância da gelatina, produto com capacidade nutritiva e refrescante e de fácil aceitação por pessoas de qualquer idade.

Mas não é só isso! Como vimos acima, a gelatina auxilia na manutenção das taxas do nosso organismo, e na reconstrução dos tecidos danificados pela quimioterapia e pela Radioterapia.

E mediante a todos estes benefícios, o Projeto Cicatrizar juntamente com a Goiás Contra o Câncer, estão fazendo neste mês de outubro uma campanha de arrecadação de gelatinas, visando atender o máximo de instituições que dão suporte a pacientes oncológicos...

Vamos descruzar os braços e sair a luta de peito aberto!!!



Conto com a participação de vocês!



quarta-feira, 4 de setembro de 2013

CONVIDANDO A CONHECER MAIS!!!!



Simmmm, nós apoiamos a iniciativa do Goiás Contra o Câncer, e porque tudo que é bom gostamos de dividir com pessoas especiais, estamos aqui para convida-los no fim de semana do dia 14 de setembro para se juntarem a nós com fome de conhecimento para poder cuidar melhor de quem precisa e de nós mesmos, afinal, nada melhor que a informação para lutarmos com um inimigo tão traiçoeiro!





Mas não é só isso...As coisas estão cada vez melhores!
Este mês, nos preparando para o Outubro Rosa, teremos não só uma manhã especial, mas o dia inteiro...Com direito a informação, boa companhia, comidinha saudável, um lugar mega charmoso, oficinas de lenços e perucas e quem sabe não rola um desfile no final!!!




Então coooooorre...

Porque as vagas são limitadas!!!

Bjooo, vejo vocês lá!!!

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

MULHERES BEM CASADAS TÊM MAIS CHANCES DE SUPERAR O CANCER DE MAMA






As mulheres são mais propensas a sobreviver ao câncer de mama quando são felizes no casamento ou possuem relações estreitas com amigos e familiares, de acordo com pesquisadores. Segundo estudos, laços fortes com pessoas queridas são cruciais para vencer a doença. As pacientes isoladas socialmente tiveram uma probabilidade 61% maior de morrer nos três anos seguintes ao diagnóstico.


Como já citamos o apoio familiar e de amigos é essencial para recuperação de pessoas com câncer, mas vamos combinar né... Um abraço apertado, um suspiro dobrado e amor sem fim também é bom demais né!!!

Acadêmicos acreditam que o apoio emocional dado por parceiros, amigos e familiares é fundamental para ajudar a mulher a superar o câncer de mama. Além disso, essas pessoas também podem fornecer ajuda prática, como transporte para o hospital ou cozinhar para a paciente quando está debilitada. Porém, os estudos apontam que não há necessariamente uma relação direta com o número de amigos e familiares, mas sim com a qualidade dessas relações.
A primeira pesquisa desse tipo, realizado por cientistas do centro de pesquisa Kaiser Permanente, na Califórnia, estudo 2.264 mulheres diagnosticadas com câncer de mama.  O grupo foi questionado sobre a existência de um marido ou companheiro, se possuía pais vivos e parentes e amigos próximos. As pacientes também relataram o apoio que receberam dessas pessoas e deram uma nota para a participação desses entes queridos. “Descobrimos que mulheres em pequenas redes sociais tiveram um risco de mortalidade significativamente maior do que aquelas em um grupo maior”, afirmou Candyce Kroenke, líder da pesquisa.
Mesmo quando as mulheres não estavam perto da família ou amigos, mas eram membros ativos da comunidade, ou pertenciam a uma igreja ou grupo religiosos, as chances de sobrevivência eram impulsionas por esse laço, segundo especialistas. "Isso sugere que a qualidade das relações - e não apenas o tamanho da rede – importa para a sobrevivência e que relações com a comunidade são importantes quando os laços com amigos e familiares são menos favoráveis”, defende Candyce.
Isso parece um pouco obvio né!  Mas nem todo mundo vê assim, o companheiro seja ele um marido, namorado, amante, peguete fixo, tico-tico no fubá, whatever... São extremamente responsáveis pela manutenção da nossa auto-estima... E nesse ponto particularmente não temos o que reclamar! RS...


Que as coisas continuem assim!

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

FAMÍLIA... FAMÍLIA...






Ontem estávamos conversando com algumas pessoas sobre a família. Nos demos conta que ainda não fizemos a devida menção a essa unidade primeira de nossas vidas!


Quando se está em tratamento oncológico, o apoio dos nossos entes queridos são como bálsamos a nos serenar o coração. Claro que também, são nossas maiores preocupações, quando pensamos que poderíamos partir e deixar nossos herdeiros ou nossos genitores, por aqui nesse planetinha querido.


O fato é que o amor dos familiares e dos amigos é fundamental para nos encorajar a seguir a diante. Por isso temos que tratar também de auxiliar todos os que estão envolvidos no processo, pois sofremos todos juntos.


Algumas pessoas, preferem se retrair com medo de sofrerem a dor do outro, mas a maioria tem a coragem e a força do enfrentamento e assim vemos, pais, mães, maridos, esposas, irmãos (ãs), filhos(as), genros e noras dando as mãos e seguindo confiantes na recuperação da saúde daquele que momentaneamente está doente.


Nesse mister é fundamental uma ajudinha e as psico-oncologistas estão aí para isso mesmo, ajudar você e seus familiares a passarem pelo turbilhão. É preciso deixar de lado os velhos conceitos acerca desses profissionais, pois todos temos nosso momento de dificuldade e nesse caso, os psicólogos podem auxiliar muito!

Assim, um viva para todos os familiares e amigos lindos que nos acompanham e nos ajudam a sorrir todos os dias!



segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Será?!!



Em sua essência, o câncer é uma célula entre milhões de outras que começa a funcionar mal. No caso do câncer de mama, na maioria das vezes essa célula maligna fica nos ductos que levam o leite da glândula mamária até o mamilo. Mas, por que ali e não em outra parte? O que há nesta região?
Então....os médicos ficaram perplexos ao descobrir a resposta.
Em estudo, publicado na revista especializada "Stem Cell Reports", foi explicado como descobriram que todas as mulheres - propensas ou não a desenvolver câncer de mama - têm uma classe particular de células-mãe com
telômeros (estruturas que formam as extremidades do cromossomo) extremamente curtos.
Os cientistas se deram conta de que estes cromossomos, com as extremidades tão pequenas, fazem com que as células fiquem mais propensas a sofrer mutações que podem desenvolver o câncer.
Diferentemente de muitos estudos sobre o câncer, a investigação se deu em mulheres normais que doaram seus tecidos após terem se submetido a uma operação de redução de seios por razões estéticas.
E ai???Dá pra explicar melho???
Eles explicam que as células-mãe se dividem em células chamadas de diferenciadas ou finais, que, por sua vez formam o ducto mamário. E é nessas células em que se origina o câncer de mama, afirmam os especialistas.
Eles observaram que quando os telômeros dessas células finais perdem sua função - que é a de manter a estrutura do cromossomo, evitando que suas extremidades se juntem ou combinem com os outros - pode ocorrer é "um verdadeiro caos" no ciclo celular que se segue.
Apesar de todas as mulheres terem células com telômeros bem curtos, nem todas desenvolvem câncer de mama. Em alguns casos, porém, a multiplicação dessas células pode funcionar mal e produzir uma célula maligna.
Para os especialistas, o estudo nos permite entender o que está por trás do início do câncer de mama e estabelecer marcadores que sirvam de parâmetros para exames a partir de amostras de tecidos e sangue, e poder monitorar todas as mulheres, especialmente as que têm alto risco de desenvolver o câncer, o que é uma ótima noticia!Por que alguns tumores quando se desenvolvem não há muito o que se possa fazer, por isso a extrema importância de saber suas origens!
Podemos acreditar com isso em tempos melhores! ;)

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

ONCOdúvida - Vestindo a armadura!

Queridas e Queridos de Goiânia,

Esse sábado - 10 de agosto/ 9:00 hrs, acontecerá o segundo encontro do ONCOdúvida. O primeiro deixou um gostinho de quero mais, pois tivemos muitas coisas para conversar e descobrir.

Convido vocês a fazerem parte desse coro que luta para conhecer mais sobre o câncer e dessa maneira desmistificar esse monstro, que a cada dia vem perdendo força para a ciência!

Até lá!

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

CÂNCER - UM PROBLEMA DE TODOS NÓS!




Aconteceu ontem em Goiânia o IV FÓRUM REGIONAL DE DISCUSSÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS DE SAÚDE EM ONCOLOGIA - Edição Goiás, promovido pelo Instituto Oncoguia. Foi um dia muito especial e gostaríamos de contar para vocês um pouquinho do que aconteceu por lá!

O Fórum teve quatro painéis, nos quais foram discutidos:

- EIXO SUS - Tirando o Paciente da Fila;
                     - Garantia de Acesso ao Tratamento Rápido e de Qualidade.

- EIXO SAÚDE SUPLEMENTAR - Garantia de Atendimento e Ampliação de Cobertura

- EIXO DIREITO DOS PACIENTES.

No EIXO SUS foi mostrado a dificuldade do acesso aos tratamentos de cirurgia, quimioterapia e principalmente de radioterapia, em todo o Brasil e especialmente em Goiás. Existe ainda uma dificuldade do Poder Público aceitar a responsabilidade do paciente com Câncer, desenvolvendo políticas eficazes para atender essa população. Mencionou-se muito a necessidade de adequação e principalmente de VONTADE POLITICA, para mudar esse cenário em nosso país.

Um dado alarmante que foi abordado é o aumento da incidência de casos avançados que chegam todos os dias nos hospitais, levando-nos a crer que está faltando cuidado com a assistência básica e prevenção. Lembrando que prevenção não elimina a chance de ocorrência da doença, mas consegue interceptá-la no início, aumentando as chances de sobrevivência.


Com relação à saúde suplementar, constatamos que menos de 20% da população brasileira tem planos de saúde e que estes são muitas vezes tão complicados quanto ao SUS, por negarem muitos procedimentos aos pacientes de alto custo. A sensação é que eles só aderem quando são pressionados pelo poder público, como é o caso que está em voga, da quimioterapia oral, feita em casa, que facilita a vida dos pacientes, mas que tem custo mais elevado, por se tratar de novas tecnologias.


Todavia, uma gestão mais eficiente e humanizada chegará a conclusão de que a quimioterapia oral tem mais vantagens tanto para o paciente, quanto para a seguradora de saúde a longo prazo, pois evita uma série de custos e complicações advindas de internações.

Quanto ao direito dos pacientes, vimos que ainda é uma seara muito dura de se percorrer. A maior parte dos direitos que ouvimos falar que temos, precisam de ser levados a justiça para que sejam garantidos, ainda que previstos em lei. Um ponto focal do evento foi minha participação quando levantei um direito que muitos se esquecem, o direito da reabilitação.


Depois que o furacão passa, precisamos reconstruir nossa vida e muita vezes não encontramos o caminho, ou o espaço necessário para isso. Precisamos discutir esse retorno ao mercado de trabalho, ou melhor, à vida, mesmo que seja dando benefícios para nivelar aqueles que em determinado momento passa a ser diferente. 



Quem teve câncer, ou está em tratamento, sabe do estigma e do preconceito que essa doença causa, por isso a importância da frase de nossa querida Luciana Holtz - Presidente do Oncoguia- de que temos que falar bem alto sim:  CÂNCER - UM PROBLEMA DE TODOS NÓS!