segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

RECONSTRUÇÃO MAMÁRIA



Na luta contra o câncer temos uma aliada que sempre foi tida como ovelha negra! Estamos falando de tatuagens! Ela é uma das principais técnicas de reconstrução da aréola após a mastectomia e supostamente a retirada dessa parte do seio.


Claro que existe a possibilidade de enxerto, retirando-se parte de tecido da virilha ou da auréola contra-lateral, mas o que se tem visto na prática é que a tatuagem além de promover um melhor resultado, não apresenta rejeição.



O Mamilo geralmente tem que ser  reconstruído com parte de tecido que puderam ser deixados, ou com tecido da mama contra-lateral ou mesmo tecido da virilha, mas a auréola pode ser reconstruída por pigmentação. A maior parte dos cirurgiões realizam o procedimento e de preferência com uma anestesia local, afinal tatuar é sempre um ato de coragem! rs...





Na maior parte dos casos a coloração da aréola clareia e após três meses esta coloração se estabiliza. Áreas com muitas cicatrizes, fibroses e sequelas de radioterapia podem não pegar o pigmento e tem maior chance de ficarem machucadas depois da tatuagem. Por essa razão, retoques são comuns e fazem parte do processo para chegar a pigmentação ideal.

Mas o importante é que existem alternativas para mantermos a nossa estima elevada, afinal nessa guerra temos que usar todas as armas que dispormos! E se de repente você empolgar, estrelas, borboletas, flores e milhares de outros desenhos podem tornar cicatrizes em arte!











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