quinta-feira, 21 de março de 2013

MENOPAUSA, EU ?!


Antes mesmo dos quarenta e tendo que conviver com menopausa? Isso é uma das coisas que a quimioterapia pode fazer por você! Rs...

A maioria das mulheres que se submetem ao tratamento são induzidas pela força dos medicamentos a entrarem na menopausa, que pode ser temporária, ou não, dependendo do organismo, da idade e das drogas que foram usadas.


Vantagens a parte, quem não sofre com os 'fogachos' atire a primeira pedra! Pra quem gosta de montanha russa já tem uma resistência para aguentar o tranco! O fato é que é muito desagradável os sintomas e pra piorar o cenário, não podemos fazer reposição hormonal!


E aí, já em desespero você pede para o seu  médico te dar qualquer coisa que amenize o suor excessivo, as ondas terríveis de calor e aquele mal estar súbito que parece que irá te levar a morte, e ele então te manda tomar o que?



Anti depressivo! E pra quem tem aversão a remédio, fica o conflito: anti depressivo para aliviar sintomas de menopausa, deve produção? Se você está por fazer essa escolha, porque sabemos que não é fácil passar por mais essa tormenta, fique antenada para o tipo de medicamento que lhe foi prescrito porque paroxetina e fluoxetina não deve ser usado por mulheres que tomam o nosso querido TAMOXIFENO!!!


Um estudo mostrou que a paroxetina, por interferir com o metabolismo do tamoxifeno, reduz ou elimina seu efeito protetor contra a recorrência do câncer de mama, causando um risco aumentado de recidiva e morte por câncer de mama. A paroxetina é um potente inibidor da enzima CYP2D6, que converte o tamoxifeno para seu metabolismo ativo, reduzindo a quantidade de droga ativa que é liberada.


A fluoxetina, apesar de ser um forte inibidor da CYP2D6, não apresentou o mesmo risco de morte. Os autores especulam que isso se deve ao baixo número de mulheres que tomam fluoxetina no estudo e por razões de segurança, a co-prescrição da fluoxetina e tamoxifeno em mulheres com câncer de mama deve ser evitada.


Mas calma! Existe uma alternativa, que é a administração de Citalopran ou Venlafaxina, que são antidepressivos com baixo potencial para inibir a CYP2D6. E claro que, se você preferir existem tratamentos alternativos como reiki, acumpuntura, magnetismo e florais que podem ajudar nesse processo. 

Veja:

- http://projetocicatrizar.blogspot.com.br/2013/02/terapias-complementares-parte-2.html#.UUsZpxym2Ag

- http://projetocicatrizar.blogspot.com.br/2013/02/terapias-complementares-parte-3.html#.UUsZ1xym2Ag


Fonte:

http://alanassiscoutinho.blogspot.com.br/2010/03/paroxetina-e-fluoxetina-nao-deve-ser.html




segunda-feira, 18 de março de 2013

Ensaio de mulher com câncer terminal se torna viral e alerta para a doença




Uma série de fotografias de uma mulher com câncer terminal que vive no Kentucky, Estados Unidos, se espalhou pela internet e disseminou a mensagem de que as pessoas que vivem com a doença ainda podem se sentir bonitas e sexy.


Jill Brzezinski-Conley de tem 35 anos foi diagnosticada com câncer um dia antes de seu aniversário de 32 anos. A doença, que iniciou nas mamas, está em estágio quatro e é incurável, pois se espalhou para os ossos.





Pensando em alertar sobre a doença, Jill pediu à amiga Nikki Closser que a fotografasse com o corpo à mostra. Jill, que passou por uma mastectomia dupla, não usa próteses, pois infeccionaram e tiveram que ser retiradas. “Quis mostrar meu corpo para que as pessoas pudessem ver como o câncer de mama se parece. Muito se fala sobre o assunto, mas ninguém mostra como é”, disse ao The Huffington Post.













Nikki então mandou as fotos e a história de Jill à fotógrafa australiana Sue Bryce, que se comoveu e a convidou para ir a Paris. Ela foi fotografada no melhor estilo ensaio de revista fashion em frente aos principais monumentos da cidade luz.






"Foi um sonho. Pela primeira vez em cinco anos me senti como a Cinderela e não como uma paciente com câncer”, disse.











Ela espera que sua história - e as imagens que a acompanham - inspirem outras mulheres a se sentirem bem com seus corpos, independentemente de como eles aparentem. "Quero que as mulheres e homens do mundo inteiro se sintam confiantes com o próprio corpo, mesmo as pessoas que não têm câncer. Eu só quero passar a mensagem que se você for diagnosticado amanhã, ou se já foi diagnosticado, apenas se sinta confiante e bonito. Aceite o seu corpo e abrace-o", disse.











Jill também foi personagem do documentário “The light that shines” (A luz que brilha, em inglês), filmado por Hailey Bartholomew.











Confira na íntegra em http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/lifestyle/2013/02/07/318938-ensaio-de-mulher-com-cancer-terminal-se-torna-viral-e-alerta-para-a-doenca#8


terça-feira, 12 de março de 2013

LUVAS PARA DETECÇÃO DO CÂNCER DE MAMA: BOM NEGÓCIO?


Luva que promete melhorar detecção do câncer de mama causa polêmica


Foto: R7
Imagem da luva BE gLOVE que promete ajudar as mulheres no diagnóstico de câncer de mama
Uma luva criada no Reino Unido para ajudar as mulheres a detectarem precocemente o câncer de mama está causando polêmica. O equipamento promete ser tão eficaz quanto a mamografia. Apesar disso, a fabricante afirma que o produto não deve substituir o exame médico.




A luva é projetada para ampliar a sensibilidade do dedo 15 vezes, tornando mais fácil para as mulheres sentirem nódulos em seus seios.



Segundo a empresa responsável, um estudo realizado com 130 mulheres mostrou que o produto é capaz de identificar até o menor caroço em estágio inicial, o que aumenta a possibilidade de tratamento e as taxas de sobrevivência.


De acordo com a pesquisa, as pacientes que usaram a BE gLOVE ultrafina no autoexame puderam detectar 100% dos nódulos nos seios, enquanto as que se apalparam só com os dedos perceberam metade deles.


A empresa afirma ainda que a luva é antialérgica e poderia ser usada por até dois anos.


Mas faz questão de frisar que as mulheres precisam ter o hábito de fazer o autoexame todo mês e, a qualquer sinal de nódulo, é preciso procurar um médico imediatamente.


Polêmica


Apesar dos resultados, duas instituições de caridade do Reino Unido advertiram as mulheres para não confiar que produtos afirmam ser melhores que exames médicos para o diagnóstico da doença.


A prova de que os dispositivos dessa natureza podem melhorar a detecção de tumores de mama ainda é muito limitada, por isso é preciso que as mulheres não usem ferramentas como a BE gLOVE como um substituto para as mamografias.


Então independente das novas tecnologias mantenha sempre uma parceria com o seu bom e velho médico!!!




sexta-feira, 8 de março de 2013

E QUEM DISSE QUE MÚSICA NÃO SALVA VIDAS?



Aliando a arte e ciência podemos chegar em lugares nunca imaginados! A música tem o poder de aliviar a alma e agora pode salvar vidas!

Convidamos vocês para um passeio pela quinta sinfonia de Beethoven a luz de belas paisagens... e pq? Leia a reportagem na íntegra logo mais abaixo e bom passeio!







Células tumorais expostas à 'Quinta Sinfonia', de Beethoven, perderam tamanho ou morreram


RENATO GRANDELLE

RIO - Mesmo quem não costuma escutar música clássica já ouviu, numerosas vezes, o primeiro movimento da "Quinta Sinfonia" de Ludwig van Beethoven. O "pam-pam-pam-pam" que abre uma das mais famosas composições da História, descobriu-se agora, seria capaz de matar células tumorais - em testes de laboratório. Uma pesquisa do Programa de Oncobiologia da UFRJ expôs uma cultura de células MCF-7, ligadas ao câncer de mama, à meia hora da obra. Um em cada cinco delas morreu, numa experiência que abre um nova frente contra a doença, por meio de timbres e frequências.
A estratégia, que parece estranha à primeira vista, busca encontrar formas mais eficientes e menos tóxicas de combater o câncer: em vez de radioterapia, um dia seria possível pensar no uso de frequências sonoras. O estudo inovou ao usar a musicoterapia fora do tratamento de distúrbios emocionais.
- Esta terapia costuma ser adotada em doenças ligadas a problemas psicológicos, situações que envolvam um componente emocional. Mostramos que, além disso, a música produz um efeito direto sobre as células do nosso organismo - ressalta Márcia Capella, do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, coordenadora do estudo.
Como as MCF-7 duplicam-se a cada 30 horas, Márcia esperou dois dias entre a sessão musical e o teste dos seus efeitos. Neste prazo, 20% da amostragem morreu. Entre as células sobreviventes, muitas perderam tamanho e granulosidade.
O resultado da pesquisa é enigmático até mesmo para Márcia. A composição "Atmosphères", do húngaro György Ligeti, provocou efeitos semelhantes àqueles registrados com Beethoven. Mas a "Sonata para 2 pianos em ré maior", de Wolfgang Amadeus Mozart, uma das mais populares em musicoterapia, não teve efeito.
- Foi estranho, porque esta sonata provoca algo conhecido como o "efeito Mozart", um aumento temporário do raciocínio espaço-temporal - pondera a pesquisadora. - Mas ficamos felizes com o resultado. Acreditávamos que as sinfonias provocariam apenas alterações metabólicas, não a morte de células cancerígenas.
"Atmosphères", diferentemente da "Quinta Sinfonia", é uma composição contemporânea, caracterizada pela ausência de uma linha melódica. Por que, então, duas músicas tão diferentes provocaram o mesmo efeito?
Aliada a uma equipe que inclui um professor da Escola de Música Villa-Lobos, Márcia, agora, procura esta resposta dividindo as músicas em partes. Pode ser que o efeito tenha vindo não do conjunto da obra, mas especificamente de um ritmo, um timbre ou intensidade. Em abril, exposição a samba e funk
Quando conseguir identificar o que matou as células, o passo seguinte será a construção de uma sequência sonora especial para o tratamento de tumores. O caminho até esta melodia passará por outros gêneros musicais. A partir do mês que vem, os pesquisadores testarão o efeito do samba e do funk sobre as células tumorais.
- Ainda não sabemos que música e qual compositor vamos usar. A quantidade de combinações sonoras que podemos estudar é imensa - diz a pesquisadora.
Outra via de pesquisa é investigar se as sinfonias provocaram outro tipo de efeito no organismo. Por enquanto, apenas células renais e tumorais foram expostas à música. Só no segundo grupo foi registrada alguma alteração.
A pesquisa também possibilitou uma conclusão alheia às culturas de células. Como ficou provado que o efeito das músicas extrapola o componente emocional, é possível que haja uma diferença entre ouví-la com som ambiente ou fone de ouvido.
- Os resultados parciais sugerem que, com o fone de ouvido, estamos nos beneficiando dos efeitos emocionais e desprezando as consequências diretas, como estas observadas com o experimento - revela Márcia.


quarta-feira, 6 de março de 2013

ARTE RECONSTRUINDO VIDAS


Meninas, temos uma boa notícia! O Pessoal do Insane Tattoo Art doará nesse mês de março quatro (4) tatuagens para mulheres que tenham sidos mastectomizadas.

Pode ser uma tattoo reconstrutora, como a auréola por exemplo, ou uma tatto ornamental para cobrir a cicatriz da mastec ou se for o caso do retalho das costas. 

Entre em contato conosco ou diretamente com o estúdio Insane Tatto Art pelo telefone: (62) 4101 45  72.

E depois de terminar o rabisco nós queremos conhecer sua história...O que vocês acham? A gente pode publicar aqui no blog e ajudar a encorajar mais guerreiras!


sexta-feira, 1 de março de 2013

RADIOTERAPIA X MASTECTOMIA


Claro que quando se chega ao médico pela primeira vez, a última coisa que passa pela nossa cabeça é a necessidade da retirada dos seios, no caso do fatídico diagnóstico. Quantas lágrimas já não foram derramadas até aqui? Leva-se um bom tempo para se aceitar essa mudança, que pode não parecer brusca, mas que tem um peso gigantesco na auto estima feminina.

Por isso, ficamos muito felizes de saber que a medicina avança no sentido de diminuir tanta dor e o sofrimento que a mastec traz em um primeiro momento, porque na lei universal de compensação que todas nós fazemos, passamos a acreditar que o silicone é  melhor coisa que poderia ter acontecido. rs... 

Mas, em um estudo da Universidade de Duke, na Carolina do Norte, Estados Unidos, aponta que não realizar a mastectomia (retirada total das mamas) pode aumentar as chances de sobrevivência a um câncer de mama. As informações são do jornal inglês Daily Mail. Mulheres acima dos 50 anos que optam por retirar apenas o tumor, e com acompanhamento de radioterapia por 5 ou 6 semanas, têm cerca de 19% mais de chances de superar a doença.

A pesquisa, publicada no jornal Cancer, foi feita com os dados de 112.154 mulheres diagnosticadas com câncer de mama entre 1994 e 2004. As mulheres que preservaram as mamas tiveram 13% mais chances de sobreviver à doença. No entanto, em mulheres de mais de 50 anos, essas chances aumentaram para 19%, em comparação às que realizaram a mastectomia. 

 
Outro resultado aponta que mulheres de todas as idades que não retiraram as mamas tiveram um quinto mais de chance de não morrer de outras causas, como doenças do coração. O estudo considerou apenas o câncer de mama nos estágios I ou II, não os em estágios já avançados. Os especialistas acreditam que a radioterapia é mais efetiva no combate às células cancerígenas do que a remoção dos seios. *

Certamente que pra quem já está turbinada não faz diferença a não ser pelo fato de sabermos o quanto seria bacana, que se pudesse evitar tanto desconforto, não é mesmo? rs... E essa notícia somada com a possibilidade de não se esvaziar mais a axila (veja: http://projetocicatrizar.blogspot.com.br/2013/02/mitos-e-possibilidades.html) nos enche de esperança dos avanços do tratamento do câncer de mama.



*Fonte: Terra

http://saude.terra.com.br/doencas-e-tratamentos/cancer-radioterapia-pode-ser-mais-eficiente-do-que-retirada-dos-seios,71c1f0866018c310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html