terça-feira, 30 de abril de 2013

COM QUE CABELO EU VOU?


Umas das primeiras perguntas verbalizadas ao oncologista é: meu cabelo vai cair? 

Quem aí que passou pela Quimio não fez essa indagação? rs... E sempre ficamos buscando alternativas para minimizar o terror de se ficar careca, principalmente para aquelas que amam seus cabelões!

O fato é que na maioria dos casos a alopécia provocada pela quimioterapia apresenta suas garras uns quinze dias após a primeira aplicação dos medicamentos e certamente não estamos preparadas para esse momento.

Tenha em mente que seu cabelo irá crescer novamente e é importante pensar que neste momento você se adapte a um corte mais curto, aproveite para brincar com as cores e estilos, o fundamental é que você se sinta bem e, claro, linda!

 
Nesse aspecto temos uma opção que é a peruca e ela é um recurso importante. Além da praticidade, é simples ajustar e colocar pela manhã e mais simples ainda é não precisar domar os fios, fazer escova, prancha, bobs ou hidratação.



Algumas dicas:



Cor: 
Se você optar por usar a sua cor ou pensando em algo diferente, tente ir um tom mais claro. Ela irá ajudar nas alterações cutâneas que podem ocorrer durante o tratamento. Sempre quis ser ruiva: vá em frente, o importante é adquirir a cor desejada.

Cuidados:
Todas as perucas exigem certa dose de atenção diária, mas provavelmente menos do que o tempo que você gastaria cuidando do seu próprio cabelo.

Quando tirar a peruca, procure armazena-la em um suporte bem vazado, desta forma, se a peruca estiver úmida pela transpiração, ela irá secar e assim não precisa ser lavada com tanta frequência.

Humano X Sintéticos
Muitas pessoas procuram o cabelo humano por pensar que o sintético não aparenta naturalidade. Muito pelo contrário, hoje nos EUA já se desenvolveu uma tecnologia de ponta em fibras, Vibralite e Flexilite, fios mais finos e leves. Um exemplo é na produção da marca Raquel Welch, 90% das perucas produzidas são sintéticas.

Porque Sintético:
A peruca sintética é mais fácil de manter e menos dispendiosa, seca mais fácil, dispensa o profissional para lava-la, o cabelo cacheado no sintético é mais “jeitoso” e não requer cuidados extras, como rolos e bobs.

Hoje já se oferece várias opções de cortes e tons e o mais próximo do seu corte e estilo, a produção das perucas seguem as tendências dos cortes e estilos dos salões de beleza internacionais.


ACHANDO MEU TIPO IDEAL: 





- COR:








BASE DE PELE 
TOM
EVITAR

PREFERIR

CLARA
Pêssego
Tons cinzas
Vermelhos, dourados e tons quentes

Cor de rosa
Tons vermelhos
Tons cinzas e tons quentes




MÉDIA
Cor de rosa
Tons dourados
Tons de cinza e vermelho claro

Amarelo
Tons cinzas
Vermelhos, tons quentes e dourados

Neutro
Tons cinzas
A maioria dos tons ficam bem




ESCURA
Vermelho
Tons cinza
Quentes, neutros


Tons cinza e tons dourados
A maioria dos tons ficam bem












- FORMATO DO ROSTO:














Oval – muitas escolhas - Como o próprio nome indica, o rosto oval é mais comprido do que largo, com a mandíbula mais estreita do que as maçãs do rosto. Como o rosto oval não tem áreas salientes e é bem proporcional, esse formato de rosto se ajusta bem a praticamente qualquer penteado, comprimento ou textura.


Redondo – evitar largura - O rosto redondo tem o contorno do couro cabeludo largo e volume abaixo das maçãs do rosto. A cliente pode estar acima do peso e seu pescoço pode parecer curto. Um estilo geométrico ou linear parece ser o mais indicado. Adicionar altura e mechas longas nas laterais para fazer as bochechas parecerem mais finas. Laterais e nuca devem ter um penteado baixo, junto à pele da cabeça.

Diamante – reduzir a largura nas laterais - O rosto em forma de diamante tem queixo e testa estreitos, enquanto as maçãs do rosto são largas. Esse formato de rosto precisa de laterais estreitas e volume no queixo. Bobs são muito adequados. Evitar altura no topo ou volume nas laterais. Usar franja para cobrir a testa estreita.


Coração – adicionar volume no queixo - O rosto em forma de coração é caracterizado por testa ampla e queixo mais estreito. Trazer alguma mecha de cabelo para a testa para disfarçar a sua largura. Manter o cabelo perto da pele da cabeça na altura dos olhos, mas o deixe um pouco cheio ao redor da mandíbula, assim como abaixo e na frente dos lóbulos das orelhas.


Pera – Adicionar volume acima da linha da mandíbula - O rosto em forma de pera é caracterizado por testa pequena ou estreita e linha da mandíbula em forma de bolsa. Pentear o cabelo para adicionar largura no nível dos olhos através da coroa da cabeça. Pentear o cabelo, ajeitando-o junto à cabeça nas laterais e na nuca.


Quadrado - adicionar suavidade - O rosto quadrado tem estrutura de ossos longos e estreitos. Uma forma facial quadrada geralmente tem pescoço longo e fino. Usar uma franja ou meia-franja em toda a testa, criando ondas suaves ou caracóis nas áreas da coroa ou da nuca. Isso ajuda a criar a ilusão de um formato oval.


Tendo uma atitude positiva, a gente pode aproveitar o momento e descobrir novas perspectivas. Já pensou em ser loira, ruiva ou morena? Tá aí uma excelente oportunidade para descobrir novos estilos e cores... Afinal, tudo passa e logo seu cabelo vai estar de volta e quem sabe ele passe a ser a sua marca registrada?!


terça-feira, 23 de abril de 2013

CÂNCER, DE ONDE VOCÊ SURGIU?!





Quando nos deparamos com o diagnóstico do câncer, uma das primeiras perguntas que formulamos é o tal do 'por que'... Tendeciosamente, não achamos nunca que algo assim vai acontecer conosco, e é muito dificil assimilar esse momento. A doença sempre muito carregada de estigmas, vem para nos tirar de nossa zona de conforto e nos impelir a descobrir, principalmente, a verdade sobre nós mesmas!







Desde o início supeitava que o câncer estava ligado ao sistema emocional, claro que não com essa simplicidade toda... rs... Mas há muito questionava qual seria a origem de todo o transtorno. As primeiras suspeitas se confirmavam a medida que conhecia novas guerreiras na luta contra o câncer, pois praticamente todas nós tínhamos um histórico de alguma forma de dor, geralmente ligado a perda, fosse do marido, noivo ou namorado, de alguém muito caro na família, do tão sonhado emprego... enfim...





Todavia, essa era apenas uma teoria. E durante o tratamento contra o que já estava manifesto no corpo, iniciou-se um tratamento que eu chamava de 'abrir as caixinhas' que eu havia guardado... Hoje posso dizer que tratar o emocional, estar disposto a enfrentar as sombras e aceitar a mudança não é um trabalho fácil, mas tem valido a pena!




Bem, temos conseguido fazer um bom trabalho, mas tudo seguia como uma teoria, até que em meio as inúmeras pesquisas que realizamos na internet me deparei com o artigo do Dr. Hamer, que teoriza muito bem toda a sensação descrita até aqui.

Claro que nem tudo que se propõe pode ser possível para todos, e nem toda pessoa que sofra um trauma vai desenvolver câncer, mas vale a pena conhecer a teoria para refletir em qual 'caixinha', talvez se deu a origem do problema. Pautada em  Leis Biológicas, a Nova Medicina Alemã tenta indicar um caminho para minimizar tanto sofrimento. Segundo o Dr. Hamer cada doença é causada por um conflito que pega o indivíduo desprevenido.

Psicologicamente falando, esse conflito é um incidente muito pessoal, condicionado pelas nossas experiências passadas, nossas vulnerabilidades, nossas percepções individuais, nossos valores e crenças, entretanto não se trata de um conflito meramente psicológico, mas sim biológico, que tem que ser compreendido no contexto de nossa evolução.

Então, o ideal é trocarmos as indagações, e no lugar do 'porque' acrescentar o 'pra que' e tentar se dar algumas respostas, a fim de buscar a cura dentro de si mesma! Fácil não é? rs... Estamos nessa busca e com essa dica do Dr. Hamer podemos identificar o conflito e buscar as melhores formas de tentar solucioná-lo!

Boa viagem ao auto conhecimento!



 P.S.: Se quiser saber mais sobre a 'Nova Medicina Alemã' segue um excelente link:





http://ydecazio.blogspot.com.br/2012/08/a-lei-ferrea-do-cancer.html?m=1


terça-feira, 9 de abril de 2013

FORMAS DE DIAGNOSTICAR O CA DE MAMA - PARTE 1



A Organização Mundial da Saúde estima que, por ano, ocorram mais de 1.050.000 casos novos de câncer de mama em todo o mundo, o que o torna o câncer mais comum entre as mulheres. No Brasil, não tem sido diferente. Informações processadas pelos Registros de Câncer de Base Populacional, disponíveis para 16 cidades brasileiras, mostram que na década de 90, este foi o 
câncer mais freqüente no país. As maiores taxas de incidência foram observadas em São Paulo, no Distrito Federal e em Porto Alegre.

Frente às limitações práticas para a implementação, junto à população, de estratégias efetivas para a prevenção do câncer de mama, as intervenções, do ponto de vista da Saúde Pública, passam a ser direcionadas a sua detecção precoce, com a garantia de recursos diagnósticos adequados e tratamento oportuno. 

São definidos como grupos populacionais com risco elevado para o desenvolvimento do câncer de mama:

- Mulheres com história familiar de pelo menos um parente de primeiro grau 
(mãe, irmã ou filha) com diagnóstico de câncer de mama, abaixo dos 50 anos de 
idade;
- Mulheres com história familiar de pelo menos um parente de primeiro grau 
(mãe, irmã ou filha) com diagnóstico de câncer de mama bilateral ou câncer de 
ovário, em qualquer faixa etária;
- Mulheres com história familiar de câncer de mama masculino;
- Mulheres com diagnóstico histopatológico de lesão mamária proliferativa com 
atipia ou neoplasia lobular in situ.

Fique de olho!!!

quinta-feira, 4 de abril de 2013

CÃES: AMIGOS DE TODAS HORAS!

Havia pego o diagnóstico à pouco e ainda sob efeito do choque, cheguei em casa e me sentei no sofá. Como sempre a Kaká, minha Spitz pulou no meu colo e ficou me fitando com aqueles olhinhos redondos... Eu então com os nervos a flor da pele, comecei a colocar para fora toda a minha angústia em forma de lágrimas. 

Para o meu espanto, a Kaká olhou pra mim e sem mais nem menos, deu uma lambidinha por cima da blusa onde incrivelmente estava localizado o tumor no seio esquerdo e logo em seguida lambeu meu rosto, como a dizer não chore...

Aquilo me impressionou, mas achei que era uma fantasia do meu "mundo de Bob", pois afinal, naqueles dias tudo parecia muito surreal. Nem me lembro quanto tempo me deixei ficar ali, recebendo o carinho da minha eterna companheirinha... E durante todo o tratamento foi assim, se eu ficasse na cama, lá estava ela aos meus pés... 

Como algumas outras coisas, esse dia caiu em esquecimento até que me deparei com essa reportagem sobre um possível uso de cães farejadores para detectar o câncer de mama e então, entendi que a Kaká poderia mesmo saber o que estava rolando aquele dia e estava lá, ao meu lado também me dando o apoio dela!

Agora, na Inglaterra uma cientista investiga o uso de cães para farejar o câncer de mama, pois já existe uma pesquisa que se concentra em desvendar o câncer de próstata e bexiga pelos amiguinhos peludos. Veja a reportagem na íntegra:

 

 

Cientista investiga uso de cães para farejar câncer de mama

 

Uma cientista da Inglaterra está pesquisando se cães conseguem farejar casos de câncer de mama. Até agora, pesquisas vêm se concentrando em desvendar, com o uso de cachorros, casos de câncer de próstata ou bexiga. Mas, agora, os cientistas estão tentando ampliar o uso deles nesses casos.

 

Claire Guest, que trabalha há anos na área, teve um câncer de mama diagnosticado em estágio inicial por um de seus cães.  Agora, Claire se uniu a outros cientistas e médicos para procurar a prova clínica de que cães conseguem farejar o câncer de mama.


Eles trabalham com Jobi - o primeiro cão a receber treinamento específico para identificar esse tipo de tumor. A pesquisadora afirma que se, no futuro, eles descobrirem como o cachorro consegue detectar o câncer, também poderá ser possível fabricar máquinas que podem analisar o hálito ou a urina para detectar sinais da doença.

 

 

http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/bbc/2013/03/15/cientista-investiga-uso-de-caes-para-farejar-cancer-de-mama.htm